Unidade
Médico
Data
Horário
Pagamento
A mamografia é o principal exame de imagem usado para rastrear o câncer de mama antes que apareçam sintomas. Ela também ajuda a investigar nódulos, secreção pelo mamilo e outras alterações. A idade de início e a frequência dependem do risco individual e da diretriz adotada. No Brasil, pessoas de 40 a 49 anos podem discutir o início do exame com um profissional; dos 50 aos 74 anos, o Ministério da Saúde prioriza a mamografia de rastreamento a cada dois anos.
A mamografia digital bilateral é uma radiografia de baixa dose das duas mamas. O equipamento registra imagens digitais que podem ser ampliadas e analisadas pelo médico radiologista. No exame de rotina, geralmente são feitas duas incidências de cada mama. Imagens adicionais podem ser necessárias quando uma área precisa de avaliação mais detalhada.
A mamografia pode ter duas finalidades:
Rastreamento: realizado em pessoas sem sinais ou sintomas, para encontrar alterações em fase inicial.
Diagnóstico: solicitado quando existe um sintoma, uma alteração no exame clínico ou um achado prévio que precisa ser esclarecido.
Durante o exame, cada mama é posicionada entre duas placas do mamógrafo e comprimida por alguns segundos. A compressão espalha o tecido, reduz a sobreposição das estruturas, diminui borramentos pelo movimento e permite obter imagens com melhor qualidade usando uma dose adequada de radiação.
A pressão pode causar desconforto e, em algumas pessoas, dor passageira. Avise o profissional se a dor for intensa. O posicionamento leva alguns minutos e a compressão dura apenas o tempo necessário para registrar cada imagem.
A mamografia pode revelar calcificações, assimetrias, distorções do tecido e nódulos que ainda não são palpáveis. Um achado suspeito não significa, por si só, câncer. O laudo costuma utilizar a classificação BI-RADS, que orienta se o resultado é negativo ou benigno, se requer controle de imagem ou se precisa de investigação adicional, inclusive biópsia.
Nenhum exame é perfeito. A mamografia pode gerar falso positivo, quando uma alteração suspeita não é câncer, e falso negativo, quando um tumor não aparece no exame. Também existe a possibilidade de sobrediagnóstico, isto é, encontrar um câncer que talvez nunca causasse sintomas ao longo da vida. Esses riscos precisam ser considerados junto com o benefício comprovado de reduzir mortes por câncer de mama em grupos adequadamente rastreados.
Para pessoas sem sintomas e com risco habitual, a resposta varia conforme a diretriz. Uma orientação prática e transparente é:
Dos 40 aos 49 anos: o Ministério da Saúde assegura acesso sob demanda no SUS, após orientação profissional e decisão compartilhada. Diretrizes do CBR, da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Febrasgo recomendam mamografia anual desde os 40; a USPSTF recomenda exame a cada dois anos dos 40 aos 74.
Dos 50 aos 74 anos: o Ministério da Saúde prioriza mamografia a cada dois anos para rastreamento populacional. Algumas sociedades médicas brasileiras recomendam periodicidade anual.
A partir dos 75 anos: a decisão deve considerar saúde geral, expectativa de vida, preferências e possibilidade de realizar investigação e tratamento se houver um achado. Não há benefício comprovado para indicar o exame da mesma forma a todas as pessoas nessa idade.
Por isso, a orientação não deve ser reduzida a uma única frase. A partir dos 40 anos, converse com um profissional sobre quando começar e se o intervalo mais adequado para você é anual ou bienal.
Pessoas com risco elevado precisam de avaliação individualizada e não devem seguir automaticamente o calendário de risco habitual. Isso inclui quem tem mutação genética associada ao câncer de mama, forte histórico familiar, risco estimado ao longo da vida igual ou superior a 20%, radioterapia no tórax em idade jovem, lesões mamárias de alto risco ou histórico pessoal de câncer de mama.
Nesses casos, o rastreamento pode começar antes dos 40 anos e combinar mamografia com ressonância magnética. A idade exata depende do fator de risco. A ultrassonografia pode ser usada como exame complementar em situações selecionadas, mas não substitui rotineiramente a mamografia.
Mamas densas têm maior proporção de tecido fibroglandular. Essa característica é identificada no laudo, pode dificultar a visualização de alguns tumores e está associada a maior risco de câncer de mama. A mamografia continua indicada. A necessidade de ultrassom, ressonância ou outro exame complementar deve ser decidida com base na densidade e no risco total, porque ainda não há evidência suficiente para recomendar o mesmo exame adicional a todas as pessoas com mamas densas.
Procure atendimento se perceber uma mudança nova ou persistente, independentemente da idade ou da data da última mamografia:
Nódulo ou endurecimento na mama ou na axila;
Retração do mamilo ou mudança recente em seu formato;
Secreção espontânea pelo mamilo, especialmente com sangue;
Pele avermelhada, espessada ou com aspecto de casca de laranja;
Mudança no tamanho ou no formato de uma mama;
Ferida que não cicatriza ou dor focal persistente.
Esses sinais não significam necessariamente câncer, mas precisam ser avaliados. Quando há sintoma, não se trata de rastreamento: é uma investigação diagnóstica, e o profissional define quais exames são adequados.
A compressão pode causar pressão ou dor passageira, e a intensidade varia. Respirar devagar, relaxar os ombros e avisar a equipe sobre sensibilidade ajudam no posicionamento. Dor intensa deve ser comunicada imediatamente.
A mamografia identifica alterações que podem ser suspeitas, mas não confirma o diagnóstico sozinha. Dependendo do resultado, podem ser necessários novas imagens, ultrassonografia, ressonância magnética ou biópsia.
Não. A mamografia usa raios X em baixa dose e é o principal exame de rastreamento. O ultrassom utiliza ondas sonoras e costuma complementar a avaliação de um nódulo ou de áreas específicas. Um exame não substitui automaticamente o outro.
A tomossíntese, conhecida como mamografia 3D, produz imagens da mama em cortes finos e pode reduzir a sobreposição de tecidos. Tanto a mamografia digital 2D quanto a tomossíntese são modalidades eficazes; a escolha depende da indicação e da disponibilidade.
Consulte os canais oficiais da Clínica Fares para confirmar as unidades que realizam mamografia, horários, valores, cobertura do convênio, documentos e necessidade de pedido médico. Se você tem um sintoma, informe isso no agendamento para receber a orientação adequada.
Conteúdo informativo. Não substitui avaliação médica. A versão final deve ser revisada e assinada pelo responsável técnico da Clínica Fares antes da publicação.
Jejum: em geral, não é necessário. Confirme as orientações se houver outros exames no mesmo dia.
Produtos na pele: no dia do exame, evite desodorante, talco, creme ou perfume nas mamas e axilas, pois resíduos podem aparecer nas imagens.
Exames anteriores: leve imagens e laudos anteriores, especialmente se foram realizados em outro serviço. A comparação ajuda a identificar mudanças.
Roupas: prefira duas peças, porque será necessário retirar a roupa da parte superior do corpo.
Sensibilidade: se suas mamas ficam mais doloridas em parte do ciclo menstrual, agende para um período de maior conforto quando isso não atrasar uma investigação.
Gestação e amamentação: informe à equipe se estiver grávida, suspeitar de gravidez ou estiver amamentando. O profissional avaliará a necessidade e o método de imagem mais adequado.
Implantes mamários: avise a equipe antes do exame. São necessárias manobras e imagens específicas para examinar melhor o tecido mamário.
Jejum: em geral, não é necessário. Confirme as orientações se houver outros exames no mesmo dia.
Produtos na pele: no dia do exame, evite desodorante, talco, creme ou perfume nas mamas e axilas, pois resíduos podem aparecer nas imagens.
Exames anteriores: leve imagens e laudos anteriores, especialmente se foram realizados em outro serviço. A comparação ajuda a identificar mudanças.
Roupas: prefira duas peças, porque será necessário retirar a roupa da parte superior do corpo.
Sensibilidade: se suas mamas ficam mais doloridas em parte do ciclo menstrual, agende para um período de maior conforto quando isso não atrasar uma investigação.
Gestação e amamentação: informe à equipe se estiver grávida, suspeitar de gravidez ou estiver amamentando. O profissional avaliará a necessidade e o método de imagem mais adequado.
Implantes mamários: avise a equipe antes do exame. São necessárias manobras e imagens específicas para examinar melhor o tecido mamário.
O exame de Mamografia Digital Bilateral é uma radiografia das mamas. Exame realizado via Ultrassonografia.
Quando realizar:
Um teste de diagnóstico indicado para identificação de pequenas lesões que podem não ser considerdas suspeitas, de acordo com a indicação do pedido médico.
Dúvidas Frequentes