Medidas de Controle da AIDS







Medidas de Controle da AIDS


Os objetivos dos programas de prevenção e controle da AIDS são: (a) prevenir a transmissão e disseminação do HIV e (b) reduzir a morbi-mortalidade associada à infecção pelo HIV.


A prevenção é, até o momento, a arma mais efetiva na luta contra a AIDS. As estratégias de prevenção e controle a serem adotadas devem estar adequadas à realidade de cada região.


Prevenção da transmissão sexual: a via sexual é a forma mais freqüente de transmissão do HIV. A prevenção da transmissão sexual se baseia na informação e educação visando a prática do sexo seguro, através da redução do número de parceiros e do uso de preservativos.


Prevenção da transmissão sangüínea:


·         transfusão de sangue: todo o sangue para ser transfundido deve ser obrigatoriamente testado para detecção de anticorpos anti-HIV. A exclusão de doadores em situação de risco aumenta a segurança da transfusão de sangue, principalmente por causa da "janela imunológica";


·         hemoderivados: os produtos derivados de sangue, que podem transmitir o HIV, devem passar por processo de tratamento que inative o vírus;



  • injeções e instrumentos pérfuro-cortantes: seringas, agulhas e outros instrumentos pérfuro-cortantes utilizado nos procedimentos médicos ou fora do sistema de saúde - por exemplo seringas e agulhas utilizadas por usuários de drogas injetáveis - devem ser desinfetados e esterilizados. Os materiais descartáveis, após utilizados, devem ser acondicionados em caixas apropriadas com caixas com paredes duras, para que acidentes sejam evitados. Os instrumentos não descartáveis e as seringas de vidro devem ser meticulosamente limpos antes de serem esterilizados. O HIV é muito sensível aos métodos padronizados de esterilização e desinfeção (de alta eficácia). O HIV é inativado através de produtos químicos específicos e do calor, mas não é inativado por irradiação ou raios gama;

·         doação de sêmen e órgãos: a transmissão do HIV através da doação de órgãos ou sêmen pode ser prevenida pela triagem dos doadores; e


·         transmissão perinatal: no caso da mulher infectada pelo HIV, há evidências de que o parto cesáreo oferece menor risco de transmissão perinatal do vírus. O diagnóstico precoce, associado ao uso de zudovidina (AZT) a partir da 14º semana de gestação, no momento do parto e na criança até a 6º semana de vida, reduz em 70% o risco de transmissão perinatal do HIV. No entanto, a prevenção da infecção na mulher é ainda a melhor abordagem para se evitar a transmissão da mãe para o filho.

Funasa


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